Mostrando postagens com marcador amor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador amor. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

A primeira experiência de amor



Para a maioria de nós, a primeira experiência de amor, mesmo quando ele não dá certo – talvez especialmente quando ele não dá certo – promete que ali está a coisa que valida, que justifica a vida. E embora os anos subsequentes possam modificar essa visão, até que alguns de nós a abandone completamente, quando o amor acontece pela primeira vez, não há nada que se compare a ele, há? De acordo?

Barnes, Julian. O sentido de um fim. Trad. Léa Viveiros de Castro. Rio de Janeiro: Rocco, 2012. p. 60





terça-feira, 13 de março de 2012

Vassalagem

A mecânica da vassalagem amorosa exige uma futilidade sem fundamento. Pois, para que a dependência se manifeste na sua pureza, é preciso que ela surja nas circunstâncias mais derrisórias, e se torne inconfessável à força da pulsilanimidade: esperar um telefone é de certa forma uma dependência grosseira (...).



BARTHES, Roland. Fragmentos de um discurso amoroso. 2ª ed. Trad.: Hortênsia dos Santos. São Paulo: Francisco Alves, 1981. p. 72